Série: O Incomparável (Episódio 5)
Texto Base: Atos 17:15-34
Tempo de Leitura Estimado: 20 minutos
Imagine a cena. O ano é aproximadamente 50 d.C. Um homem judeu, baixo, calvo, possivelmente com problemas de visão e marcas de espancamento recentes nas costas, desembarca de um navio no porto de Pireu. Ele caminha cerca de 8 quilômetros até entrar na cidade mais famosa do mundo antigo: Atenas.
Se Jerusalém era a capital da religião e Roma a capital do poder, Atenas era a capital do intelecto. Era a cidade de Sócrates, Platão e Aristóteles. Era o berço da democracia, da lógica, da arte e da beleza. Para um homem culto como Paulo (que falava grego fluentemente e conhecia os poetas), entrar em Atenas deve ter sido uma experiência avassaladora. Ele estava andando pelas mesmas ruas onde a Filosofia Ocidental nasceu. Ele via o Parthenon em toda a sua glória original, com suas estátuas de mármore branco brilhando sob o sol do Mediterrâneo, pintadas com cores vivas e adornadas com ouro.
Mas Atos 17 nos revela algo chocante. Paulo não agiu como um turista deslumbrado. Ele não tirou um tempo para “apreciar a arte” ou fazer selfies mentais nos monumentos históricos. O texto diz que, ao caminhar pela cidade, algo violento aconteceu dentro dele.
Hoje, no quinto episódio da nossa série sobre a vida de Paulo, vamos estudar o “Sermão do Areópago”. Vamos descobrir como o Evangelho interage com a cultura sem se vender a ela. Vamos aprender como pregar Jesus para pessoas que não acreditam na Bíblia. Vamos ver o que acontece quando a “Loucura da Cruz” colide de frente com a “Sabedoria dos Gregos”.
I. O Diagnóstico: A Cidade dos Ídolos e o “Paroxismo” de Paulo
Paulo estava em Atenas sozinho, esperando Silas e Timóteo chegarem da Macedônia. Ele tinha tempo livre. Mas o que ele viu roubou a sua paz.
“Enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se revoltava em face da idolatria dominante na cidade.” (Atos 17:16)
A palavra grega que Lucas usa para “revoltava” é Paroxuneto. É de onde vem a nossa palavra médica “Paroxismo” (um ataque súbito, uma convulsão, uma febre alta). Paulo não sentiu apenas um “incômodo religioso”. Ele sentiu um ataque de angústia física e espiritual. Ele teve um “paroxismo” na alma. Por quê? Porque onde o mundo via “Arte”, “Cultura” e “História”, Paulo via Morte.
Petrônio, um escritor romano da época, dizia ironicamente que “em Atenas é mais fácil encontrar um deus do que um homem”. Havia cerca de 30.000 estátuas públicas na cidade. Havia altares em cada esquina. Para um judeu monoteísta, criado na estrita lei de “Não farás para ti imagem de escultura”, aquilo era um pesadelo. Mas, diferentemente dos judeus religiosos que se isolariam com nojo, ou dos cristãos modernos que apenas criticariam a cultura de longe, Paulo fez algo extraordinário: ele foi para o meio deles.
Ele foi para a Sinagoga (falar com os religiosos) e foi para a Ágora (a praça do mercado, o centro da vida pública) falar com qualquer um que aparecesse. Paulo não se escondeu na “bolha gospel”. Ele levou o Evangelho para o marketplace, para o centro do debate público.
II. O Embate Filosófico: Epicureus e Estoicos
Na praça, Paulo não encontrou apenas mendigos ou comerciantes; ele encontrou a elite intelectual. Atos 17:18 diz que ele debateu com Epicureus e Estoicos. Isso é fascinante, porque essas duas escolas filosóficas representam, ainda hoje, as duas maiores alternativas seculares ao Evangelho.
- Os Epicureus (O Deus do Prazer): Eles eram os materialistas da época. Seguiam Epicuro. Acreditavam que se os deuses existiam, eles estavam longe e não se importavam com os humanos. Não acreditavam em julgamento final. O lema deles era: “A busca da felicidade e a ausência de dor é o sentido da vida”. Eles são os avós do Hedonismo moderno e do secularismo. O epicureu de hoje é aquele que diz: “A vida é curta, vamos curtir, comer, beber e viajar, porque quando morrer acabou tudo”.
- Os Estoicos (O Deus do Dever): Eles eram os panteístas. Seguiam Zenão. Acreditavam que Deus era a “alma do mundo” (uma força impessoal). Eles valorizavam a razão, o dever, a honra e a aceitação do destino (Fado). Eram orgulhosos da sua autossuficiência moral. Eles são os avós do Humanismo moralista e da autoajuda. O estoico de hoje é aquele que diz: “Eu não preciso de religião, eu tenho a minha consciência, eu sou uma pessoa boa, eu aguento o sofrimento com cabeça erguida”.
Paulo estava cercado: de um lado, os que viviam pelo prazer (sensuais); do outro, os que viviam pelo orgulho (morais). Ambos olharam para Paulo e disseram: “O que quer dizer este tagarela?” (A palavra grega é Spermologos — um pássaro que cata sementes no chão; uma gíria para um “catador de ideias”, um pseudointelectual).
Eles levaram Paulo ao Areópago (A Colina de Marte). O Areópago não era apenas um lugar geográfico; era o Conselho Supremo de Atenas. Era o tribunal que julgava novas religiões e filosofia. Era a “Universidade Harvard” do mundo antigo. Eles disseram: “Pode nos explicar que nova doutrina é essa?”
III. A Estratégia do Transbordo: O Deus Desconhecido
Aqui começa a genialidade de Paulo. Se Paulo estivesse numa sinagoga, ele começaria citando Moisés e os Profetas (como fez em Atos 13). Mas ele estava falando com pagãos que não conheciam a Bíblia e não respeitavam Moisés. Se ele dissesse “A Bíblia diz…”, eles ririam.
Então, Paulo não começa com a Escritura; ele começa com a Cultura. Isso é o que chamamos de “Apologética de Ponto de Contato”.
“Atenienses, vejo que em todos os aspectos vocês são muito religiosos. Pois, andando pela cidade e observando os seus objetos de culto, encontrei até um altar com esta inscrição: AO DEUS DESCONHECIDO. Pois bem, esse que vocês adoram sem conhecer é precisamente aquele que eu lhes anuncio.” (Atos 17:22-23)
Isso é brilhante. Paulo não chega chutando a santa; ele chega elogiando a busca (embora errada) deles. Ele encontra um altar estranho na cidade, dedicado ao Agnostos Theos (Deus Desconhecido). A História por trás do Altar: Conta-se que, séculos antes (cerca de 600 a.C.), houve uma praga em Atenas. Os atenienses sacrificaram a todos os deuses conhecidos (Zeus, Hermes, Atena, etc.), mas a praga não parou. Um poeta cretense chamado Epimênides sugeriu: “Talvez exista um Deus que não conhecemos e que está ofendido porque o ignoramos”. Eles soltaram ovelhas no Areópago e, onde elas pararam, construíram um altar sem nome: “Ao Deus Desconhecido”. A praga parou.
Paulo pega essa história cultural e diz: “Vocês têm um buraco na teologia de vocês. Vocês admitem que existe algo que a razão grega não alcançou. Vocês admitem que existe um Deus além do panteão. Pois bem, eu vim apresentar o Nome desse Deus”.
Lição de Evangelismo: Paulo usa a cultura deles para subverter a cultura deles. Ele não se torna mundano, mas ele entende o mundo para poder traduzir o céu.
IV. O Sermão: 4 Golpes na Cosmovisão Grega
Agora, diante da elite intelectual, Paulo faz um discurso curto, mas teologicamente denso. Ele ataca os pilares da filosofia grega sem citar um único versículo bíblico (embora o discurso seja pura teologia bíblica).
1. Deus é o Criador, não o “Criado” (vs. Templos)
“O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há é o Senhor dos céus e da terra e não habita em santuários feitos por mãos humanas.” (v. 24)
Imagine Paulo dizendo isso enquanto apontava para o Parthenon, o templo mais magnífico da Terra, que estava logo acima deles na Acrópole. Ele estava dizendo: “Deus é grande demais para caber nessa caixa de mármore que vocês construíram”. Isso atacava o orgulho ateniense (nós construímos casas para os deuses) e o erro materialista (Deus não é matéria).
2. Deus é o Provedor, não o “Necessitado” (vs. Rituais)
“Nem é servido por mãos humanas, como se necessitasse de algo…” (v. 25)
Os gregos (e todas as religiões pagãs) acreditavam que os deuses precisavam ser “alimentados” com sacrifícios. Se você desse comida ao deus, o deus lhe dava chuva. Era um comércio. Paulo diz: “Vocês entenderam tudo errado. Deus não tem fome. Deus não precisa de vocês. Vocês é que precisam Dele. Ele é quem dá a vida, o fôlego e tudo mais”. Isso inverte a lógica religiosa. Religião é o homem fazendo coisas para Deus. Evangelho é Deus fazendo tudo pelo homem.
3. Deus é o Soberano, não o “Acidente” (vs. Nacionalismo)
“De um só homem ele fez todas as nações… e determinou os tempos antes estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar.” (v. 26)
Os atenienses acreditavam que eram uma raça superior, que brotaram do solo da Ática (autóctones). Eles desprezavam os “bárbaros”. Paulo diz: “Não. Viemos todos de um só homem (Adão). Somos uma só família. E foi Deus quem desenhou o mapa das nações”. Ele ataca o racismo e o orgulho nacionalista deles.
4. Deus é Pai, não uma “Força Distante” (vs. Panteísmo)
Aqui Paulo faz o movimento mais ousado. Ele cita os poetas deles.
“Pois nele vivemos, nos movemos e existimos’, como disseram alguns dos poetas de vocês: ‘Também somos descendência dele’.” (v. 28)
Paulo cita Epimênides e Arato (poetas pagãos). Ele não está validando toda a obra desses poetas, mas está dizendo: “Até os vossos poetas tiveram um vislumbre da verdade. Se somos ‘geração de Deus’, como vocês dizem, então Deus não pode ser uma estátua de ouro ou prata. Um filho vivo não pode vir de um pai de pedra morta”. Com lógica implacável, Paulo mostra que a idolatria é um insulto à própria inteligência humana.
V. O Clímax e o Escândalo: A Ressurreição
Até aqui, os filósofos estavam ouvindo com curiosidade. Paulo estava falando de um “Deus Supremo”, o que soava filosoficamente aceitável para os monoteístas filosóficos. Mas então, Paulo dá o “cavalo de pau”. Ele para de falar de filosofia e começa a falar de Juízo e Cristo.
“No passado Deus não levou em conta essa ignorância, mas agora ordena que todos, em todo lugar, se arrependam. Pois estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio do homem que designou. E deu provas disso a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” (v. 30-31)
Aqui o clima mudou. Ao falar de “Ressurreição de mortos” (Anastasis), Paulo violou o dogma central da filosofia grega. Para os gregos (Platão), o corpo era uma prisão má. A salvação era a alma escapar do corpo para sempre. A ideia de que um Deus ressuscitaria um corpo para viver eternamente era nojenta e absurda para eles. Era o “escândalo”.
Paulo sabia disso. Ele poderia ter terminado com uma mensagem motivacional sobre “conhecer o Deus Desconhecido”. Mas Paulo nunca negocia o Evangelho para ganhar aplausos. Ele jogou a bomba: Arrependimento (vocês estão errados) e Ressurreição (Jesus está vivo e é o Juiz).
VI. O Resultado: Três Reações
O que acontece quando pregamos a verdade nua e crua para a elite cultural? Acontece o que aconteceu no Areópago. Houve três reações (v. 32-34):
- O Escárnio (Os Zombadores): “Quando ouviram falar da ressurreição dos mortos, alguns começaram a zombar.” Para muitos intelectuais, o Evangelho sempre será loucura. O orgulho intelectual é a barreira mais difícil de quebrar. Eles riram de Paulo. Eles o chamaram de louco.
- A Procrastinação (Os Curiosos): “Outros disseram: ‘Ouviremos você sobre isso numa outra ocasião’.” Estes são os educados que não querem se comprometer. Eles acharam interessante, mas não o suficiente para mudar de vida hoje. É a reação mais perigosa: deixar para depois.
- A Conversão (Os Eleitos): “Alguns homens juntaram-se a ele e creram. Entre eles estava Dionísio, membro do Areópago, e também uma mulher chamada Dâmaris…”
Muitos dizem que Paulo fracassou em Atenas porque não fundou uma grande igreja lá (como em Corinto ou Éfeso). Eu discordo. Paulo pescou um “peixe grande”. Dionísio, o Areopagita. Converter um membro da Suprema Corte de Atenas não é pouca coisa. Dionísio era um dos juízes que controlava a religião e a filosofia. A tradição histórica (Eusébio de Cesareia) diz que Dionísio se tornou o primeiro bispo de Atenas e morreu como mártir. E Dâmaris? Provavelmente uma mulher da alta sociedade ou uma intelectual (hetera), pois mulheres comuns não frequentavam o Areópago.
O Evangelho não precisa convencer a multidão; ele só precisa alcançar aqueles cujos corações o Espírito Santo abriu.
VII. O Legado: Como Fazer o “Transbordo” Hoje?
O que o episódio de Atenas nos ensina para o século XXI? Nós vivemos numa nova Atenas. A nossa cultura é idólatra (dinheiro, sexo, fama), pluralista (“todas as verdades são válidas”) e cética.
1. Não tenha medo da Cultura. Paulo não teve medo de ler os poetas deles. Ele não teve medo de entrar na universidade deles. Muitos cristãos hoje têm medo de “se contaminar” se lerem filosofia ou ciência. Paulo nos ensina que toda verdade é verdade de Deus. Podemos usar a arte, o cinema e a literatura para criar pontes para o Evangelho. Não se isole; transborde.
2. Encontre o “Altar ao Deus Desconhecido”. Em cada coração humano, mesmo no do ateu mais convicto, existe um “altar vazio”. Existe um anseio por significado, por justiça, por amor eterno. O nosso trabalho não é chegar gritando que eles vão para o inferno; é chegar mostrando que aquilo que eles estão buscando desesperadamente no lugar errado (sexo, carreira, política) só pode ser encontrado na Pessoa de Cristo. Identifique o ídolo da cultura e mostre como Jesus é a resposta verdadeira para aquele desejo falso.
3. Não negocie a Cruz e a Ressurreição. Podemos ser culturais, podemos ser inteligentes, podemos citar filmes e séries. Mas no final, o “transbordo” tem que levar à Cruz. Se a nossa pregação não falar de pecado, arrependimento e da vitória de Jesus sobre a morte, não é Evangelho; é apenas palestra filosófica. Temos que ter a coragem de Paulo para ser chamados de “loucos” por amor a Cristo.
4. O sucesso é a fidelidade. Paulo saiu de Atenas e foi para Corinto. Ele não viu um avivamento de massas em Atenas. Ele foi zombado. Ele saiu aparentemente “derrotado”. Mas a semente ficou. Dionísio ficou. Dâmaris ficou. Não meça o seu sucesso pelos aplausos, mas pela fidelidade à mensagem. Você planta, outro rega, mas Deus dá o crescimento.
Conclusão: O Deus que se Deixou Conhecer
Atenas orgulhava-se de saber tudo, mas era ignorante sobre a única coisa que importava. Jerusalém orgulhava-se de ter a Lei, mas rejeitou o Autor da Lei. Paulo foi o homem ponte. O homem que transbordou.
Hoje, nós somos chamados a ser esse transbordo. Não olhe para a cidade com ódio; olhe com o “paroxismo” de Paulo — uma mistura de dor pela idolatria e amor pelas almas perdidas. Estude. Leia. Entenda o seu tempo. Mas, acima de tudo, conheça o Deus Desconhecido. Porque, para nós, Ele não é mais desconhecido. Ele tem um Nome. Ele tem um Rosto. E Ele tem cicatrizes nas mãos que provam o Seu amor por filósofos e ignorantes, gregos e judeus.
O nome Dele é Jesus. E Nele, realmente, vivemos, nos movemos e existimos.
“Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.” — 1 Coríntios 1:25
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